sexta-feira, fevereiro 13
domingo, fevereiro 8
clique - coretos - terceira parte
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quinta-feira, fevereiro 5
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quinta-feira, janeiro 29
clique - coretos - primeira parte
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Aos leitores mais novos, informo que o coreto é uma área coberta, situada em praças, parques, jardins, cuja função é a de um palco ao ar livre. Quando eu era criança, e isso já faz muito tempo, os coretos eram, desculpem a analogia, os umbigos das cidades, sobretudo das pequenas cidades, e neles se realizavam apresentações das filarmônicas, corais, e, como não poderia deixar de ser, comícios políticos. Existem coretos bonitos e feios, redondos (a maior parte dos que conheço), quadrados, pequenos, grandes etc... Eu gosto de coretos e tenho uma coleção de fotos de coretos. Lamentável é que já não sejam utilizados como antigamente. De toda a minha coleção o único coreto que tive a felicidade de fotografar sendo utilizado foi o de Santiago do Chile.
quinta-feira, janeiro 22
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domingo, janeiro 4
clique - São João Del Rei
Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar
São João Del Rei (MG)
Rica e esplendorosa a catedral basílica de Nossa Senhora do Pilar é um dos orgulhos da arquitetura religiosa mineira e tem a sua história ligada início do povoamento local. Sob a responsabilidade da Irmandade do Santíssimo Sacramento, começou a construção de uma nova igreja em substituição da capela que teria sido incendiada durante os conflitos da Guerra dos Emboabas em 1709. A licença para esta nova construção é datada de 12 de setembro de 1721. Em 1732 quando as obras já estavam bem adiantadas chegaram de Portugal: ouro em folha, gessos, óleos, tintas e outros materiais destinados à capela-mor. Vieram também dois admiráveis painéis, 'A Santa Ceia' e 'Jesus na Casa do Fariseu'. Para complementar a obra ainda era necessária a forração da igreja, além da colocação de lâmpadas, torre e sinos. “No ano de 1750, a edificação já se encontrava praticamente concluída e ornada como se infere da descrição feita por José Álvares de Oliveira, em sua História do Distrito do Rio das Velhas escrita no mesmo ano. “ (IPHAN) Existe pouquíssima documentação sobre sua construção e os artistas que nela trabalharam. Dos poucos nomes registrados dois se destacam: Francisco Lima Cerqueira, grande construtor português que atuou em São João del Rei e Manuel Vitor de Jesus. Com todas as pompas, próprias da encenação barroca da morte, foram aqui celebradas “as barroquíssimas exéquias” de D. João V em dezembro de 1750, o soberano português havia falecido em 31 de julho. Aqui também se celebrou um Te-Deum em regozijo pelo malogro da Inconfidência Mineira.
Créditos: SETUR/MG
Endereço: Rua Getúlio Vargas
Bairro: Centro
Texto copiado do site: BrasilViagem.com
quarta-feira, dezembro 17
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terça-feira, dezembro 16
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segunda-feira, dezembro 15
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sábado, dezembro 13
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sexta-feira, dezembro 12
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Segundo pesquisa de Olinto Rodrigues dos Santos Filho, do Instituto Brasileiro do Patrimônio Cultural e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Tiradentes, “o Chafariz de São José, foi construído em 1749 pela Câmara para o abastecimento d’água da Vila de São José. É uma peça do tipo pariental que lembra uma fachada de igreja, sendo constituída por duas pilastras laterais ornamentadas com vastas volutas e guirlandas de flores de cantaria. O coroamento é feito por um frontão curvo encimado por cruz, com pináculos sobre as pilastras. A parede em alvenaria de pedra abre-se no centro em nicho que guarda a imagem de São José de Botas. Logo abaixo estão colocadas três carrancas com bicas de bronze, donde verte a água a um tanque com paredes sinuosas. No meio do frontão, em pedra talhada, aparece o brasão d’armas do reino de Portugal.
A parte fronteira do Chafariz é circundada por muretas de cantaria que formam um pátio interiormente rodeado de bancos. Nas laterais um bebedouro de animais e duas bicas com tanque para lavadeiras.
A água canalizada em aqueduto de granito lavrado vem desde o local denominado Mãe D’Água, no sopé da serra, um belo bosque.”
quarta-feira, dezembro 10
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Foto: Fred Matos
Chafariz do Kaquende
Sabará - MG
Construído em 1757, o Chafariz do Kaquende em Sabará faz parte do momento de expressão máxima do barroco mineiro, associado ao contexto de riqueza com a produção aurífera. O nome, dado pelos escravos, tem origem iorubá, e significa mercado, comércio.

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