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terça-feira, novembro 20

Dia Nacional da Consciência Negra. Viva Zumbi

Hoje, dia 20 de novembro, o Brasil comemora O Dia Nacional da Consciência Negra.

O dia, que foi escolhido por coincidir com o da morte de Zumbi dos Palmares em 1695, é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e à lembrança da resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o Brasil em 1594.

A história de Zumbi

Zumbi nasceu livre em Palmares, Alagoas, em 1655, mas aos seis anos de idade foi capturado e entregue a um missionário português. Batizado 'Francisco', Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Em 1670 Zumbi escapou e retornou ao Quilombo de Palmares.

Em 1678, o governador da Capitania de Pernambuco propôs a Ganga Zumba, o líder do Quilombo de Palmares, a liberdade para os escravos fugidos que se submetessem à Coroa Portuguesa. A proposta foi aceita, mas rejeitada por Zumbi que desafiou Ganga Zumba que, prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, tornou-se o novo líder de Palmares.

Quinze anos depois, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares foi destruída e Zumbi ferido. Apesar de ter sobrevivido, foi traído por Antonio Soares, e surpreendido pelo capitão Furtado de Mendonça em seu reduto na Serra Dois Irmãos. Apunhalado, resiste, mas é morto em 20 de novembro de 1695.

Zumbi teve a cabeça cortada, salgada e levada para Recife, onde foi exposta em praça pública, para desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade do líder negro.

quinta-feira, novembro 8

Casapueblo

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Punta Ballena, um álbum no Flickr.

Localizada em Punta Ballena, próximo de Punta del Este, Uruguai, a Casapueblo, antiga casa de verão do artista plástico, escritor e arquiteto uruguaio Carlos Páez Vilaró é uma casa-escultura que inclui museu, galeria de arte, hotel e restaurante.

A construção, cuja origem é uma pequena casa de lata chamada de “La Pioneira”, tem um estilo que lembra as casas da costa mediterrânica de Santorini, mas o artista diz ter se inspirado nos ninhos do Forneiro, um pássaro que no Brasil é conhecido como João-de-barro, e nas obras do arquiteto catalão Antoni Gaudí.

A casa também homenageia Carlos Miguel (filho do artista), um dos dezesseis uruguaios sobreviventes do acidente aéreo ocorrido nos Andes em 13 de outubro de 1972, conhecido como “Tragédia nos Andes” e “Milagre nos Andes”, mudialmente conhecido em razão dos sobreviventes alimentarem-se com a carne dos amigos mortos no desestre.

Veja o álbum no meu Flickr

segunda-feira, agosto 13

segunda-feira, julho 2

fluvial

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fluvial, um álbum no Flickr.

Algumas fotos à beira do "Velho Chico"

pesquisar nas horas e horas e meias

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